A instalação de um novo ponto de cobrança de pedágio na BR-376, entre os municípios de Marialva e Mandaguari, tem gerado dúvidas e debates na comunidade local. O presidente da Câmara Municipal de Marialva, vereador Rafael Poly, utilizou suas redes sociais para manifestar preocupação quanto à implementação do sistema conhecido como Free Flow no trecho.
Em vídeo gravado no local das obras, o parlamentar anunciou que está tomando medidas oficiais para buscar esclarecimentos sobre o empreendimento. Segundo Poly, o Legislativo enviará ofícios à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério Público solicitando documentos que comprovem a existência de contrato para a instalação e estudos de impacto econômico para a região.
Ações Legislativas O vereador destacou que a principal preocupação é com o impacto financeiro para os moradores lindeiros, trabalhadores da região e usuários frequentes da via.
"Estamos tomando medidas concretas enviando ofício para a ANTT e para o Ministério Público. Não existe um impacto econômico, não existem documentos concretos para que possam instalar isso aqui. É uma situação que prejudica munícipes de Marialva, Mandaguari, moradores da Estrada Terra Roxa e trabalhadores da região", afirmou o presidente da Câmara.
Além dos ofícios, o parlamentar convocou a população para a realização de reuniões com moradores da Estrada Terra Roxa ainda esta semana e anunciou uma audiência pública na Câmara Municipal para o início de fevereiro.
O que é o sistema Free Flow? Diferente das praças de pedágio tradicionais, que possuem cabines e cancelas obrigando o veículo a parar ou reduzir drasticamente a velocidade, o sistema Free Flow (fluxo livre) utiliza tecnologia de identificação eletrônica.
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Como funciona: Sensores e câmeras instalados em pórticos acima da pista fazem a leitura da TAG (adesivo no para-brisa) ou da placa do veículo enquanto ele transita em velocidade normal.
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Cobrança: O valor é debitado automaticamente para quem possui TAG. Já quem não possui o dispositivo precisa realizar o pagamento em canais digitais ou pontos autorizados em até 15 dias após a passagem, sob pena de multa por evasão de pedágio.
O Marialva 24 Horas mantém o espaço aberto para que a concessionária responsável pelo trecho, a ANTT e a Prefeitura Municipal possam se manifestar sobre o cronograma das obras e as condições contratuais da nova estrutura.
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